A primeira Edição de Outono do Jardins Abertos está a chegar!



Descubra toda a nossa programação abaixo
e faça o download da brochura digital AQUI.




PROGRAMAÇÃO

26 de Outubro — Sábado



Visitas Livres
Livre acesso e circulação


10.00 – 14.00
Cemitério Britânico

R. de São Jorge 6
Parede Verde do MOBA—Mercado de Ofícios do Bairro Alto
Tv. da Boa Hora · Bairro Alto


10.00 – 17.00
Jardim do Palácio de Belém

Pç. Afonso de Albuquerque 1A
Quinta Conde dos Arcos

Av. Dr. Francisco Luís Gomes 30
Estufa Fria de Lisboa 
Parque Eduardo VII      
Parque Botânico do Monteiro Mor

Lg. Júlio Castilho
Jardim Botânico da Univer. de Lisboa    
R. da Escola Politécnica 56/58

Pátio dos Caldeireiros

R. dos Prazeres 49
Pátio do João e da Teresa   
R. Nova da Piedade 60
Jardim das Ondas—Jardins da Água
Passeio Ulisses · Parque das Nações
Jardim do Centro Ismaili de Lisboa
R. Abranches Ferrão
Visitas Limitadas
Sem inscrição. Acesso limitado a diferentes lotações


10.00 – 14.00
Quinta dos Azulejos

R. Esquerda 34 - Paço do Lumiar
Quinta das Pintoras
Estrada de Marvila 37
Jardim do Grémio Literário
R. Ivens 37
Telhado Verde da Fábrica de Água de Alcântara
Fábrica de Água de Alcântara - Av. Ceuta Jardim do Último Andar—Coleção Privada 
Av. Defensores de Chaves 3
Biblioteca Botânica & Herbário
R. Gen. Pimenta de Castro 20A

10.00 – 17.00
Jardim de Exóticas Tropicais—Coleção Privada

Tv. das Terras do Monte 3 
Jardim da Casa da Nossa Senhora da Vitória
R. Josefa Maria 13
Jardim do Tribunal Constitucional        
Tv. da Horta  
Jardim do Beco do Monte
Beco do Monte 16
Percursos Guiados

10.00 – 12.00
Arte e Botânica, André Laurins
*Ponto de Encontro: Praça do Príncipe Real

14.00 – 17.00
Água—Espaço Biodiversidade, Helena Ramos
*Ponto de Encontro: Centro de Interpretação de Monsanto

15.00 – 17.00
Entre Jardins, Avenidas e Varandas, Ivo Meco
*Ponto de Encontro: Praça da Alegria


Exposições

10.00 – 17.00
Mostra de Orquídeas, Clube dos Orquidófilos de Portugal
Estufa Fria de Lisboa - Parque Eduardo VII  

10.00 – 14.00
Fotografias de Jardins e Jardineiros, Fabiana Übida—MOBA
Tv. da Boa Hora · Bairro Alto
Mostra de Livros Infantis, Planeta Tangerina—MOBA
Tv. da Boa Hora · Bairro Alto
Biblioteca Botânica & Herbário
R. Gen. Pimenta de Castro 20A

Visitas Guiadas

10.00 – 11.30
Parque Urbano do Vale de Chelas
Av. Santo Condestável - Marvila
*Ponto de Encontro: Ponte ciclopedonal
10.30 e 14.30
Jardim do Centro Ismaili de Lisboa
R. Abranches Ferrão
*Duração: 1h30
11.00 – 13.00
Jardim Gulbenkian—Aurora Carapinha
Av. de Berna 45A
Jardim das Ondas—Fernanda Fragateiro
Passeio Ulisses · Parque das Nações
15.00 – 17.00
Parque Botânico do Monteiro Mor—Rui Costa
Lg. Júlio Castilho
16.00 – 17.30
Estufa Fria de Lisboa—Alexandra Canha
Parque Eduardo VII
10.30, 11.30, 14.30, 15.30 e 16.30
Jardim do Palácio de Belém
Pç. Afonso de Albuquerque 1A
*Duração: 1 hora
Oficinas

10.00 – 13.00
Oficina de Multiplicação
Quinta Conde dos Arcos - Av. Dr. Francisco Luís Gomes 30
14.00 – 17.00
Oficina de Poda
Quinta Conde dos Arcos - Av. Dr. Francisco Luís Gomes 30
11.00 – 12.00
Oficina sobre a Água no Jardim—MOBA
Tv. da Boa Hora · Bairro Alto
10.00 e 14.00
Oficina de Compostagem
Estufa Fria de Lisboa - Parque Eduardo VII
*Duração: 2 horas
10.00 – 14.00
Florestas Submersas — Oceanário de Lisboa
Limitado a 100 participantes
*Ponto de Encontro: Entrada do Oceanário — dirigir-se ao pórtico do Jardins Abertos junto ao Gabinete de Apoio ao Visitante



Todas as atividades são gratuitas e sujeitas a diferentes lotações. Participação por ordem de chegada, sem inscrição prévia (à exceção das duas atividades devidamente assinaladas).






PROGRAMAÇÃO


27 de Outubro — Domingo



Visitas Livres
Livre acesso e circulação


10.00 – 14.00
Parede Verde do MOBA—Mercado de Ofícios do Bairro Alto
Tv. da Boa Hora · Bairro Alto

10.00 – 17.00
Jardim do Palácio de Belém

Pç. Afonso de Albuquerque 1A
Quinta Conde dos Arcos

Av. Dr. Francisco Luís Gomes 30
Estufa Fria de Lisboa  
Parque Eduardo VII      
Parque Botânico do Monteiro Mor
Lg. Júlio Castilho
Jardim Botânico da Univer. de Lisboa    
R. da Escola Politécnica 56/58

Pátio dos Caldeireiros

R. dos Prazeres 49
Jardim do Centro Ismaili de Lisboa
R. Abranches Ferrão

Visitas Limitadas
Sem inscrição. Acesso limitado a diferentes lotações


10.00 – 14.00
Jardim do Grémio Literário 
R. Ivens 37
Telhado Verde da Fábrica de Água de Alcântara
Fábrica de Água de Alcântara - Av. Ceuta
Jardim do Último Andar—Coleção Privada
Av. Defensores de Chaves 3
Biblioteca Botânica & Herbário
R. Gen. Pimenta de Castro 20A

10.00 – 17.00
Jardim de Exóticas Tropicais—Coleção Privada            
Tv. das Terras do Monte 3
Jardim da Casa da Nossa Senhora da Vitória
R. Josefa Maria 13
Jardim do Beco do Monte   
Beco do Monte 16             
Jardim do Palácio Fronteira

Lg. São Domingos de Benfica 1 
Percursos Guiado
09.30 – 12.30
Visita ao Sapal—Estuário do Rio Tejo
Ana Cristina Brito
*Ponto de Encontro: Janela de Observação—Foz do Rio Trancão 
Inscrições encerradas

12.00 – 16.30
Do Jardim Gulbenkian a Monsanto:
Percurso de Bicicleta com Mariana Machado
e visita ao Espaço Biodiversidad com Pedro Preto
*Ponto de Encontro: Jardim Gulbenkian—Edifício Sede
Requer inscrição: AQUI


10.00 – 12.00
Plantas Espontâneas e a sua Identificação
João Cunha Ferreira
*Ponto de Encontro: Jardim da Cerca da Graça
Visitas Guiadas

10.00 – 12.00
Quinta Conde dos Arcos—Nuno Serra

Av. Dr. Francisco Luís Gomes 30
10.30 – 12.00
Jardim do Centro Ismaili de Lisboa

R. Abranches Ferrão
10.30, 11.30, 14.30, 15.30 e 16.30
Jardim do Palácio de Belém

Pç. Afonso de Albuquerque 1A
*Duração: 1 hora
Oficinas

10.00 – 11.30
Begónias & Métodos de Propagação
Marco de Oliveira
Estufa Fria de Lisboa - Parque Eduardo VII  
11.00 – 13.00
Oficina de Recolha e Preservação de Sementes
Graça Ribeiro e José Miguel Fonseca
Quinta Conde dos Arcos - Av. Dr. Francisco Luís Gomes 30


Exposições


10.00 – 17.00
Mostra de Orquídeas, Clube dos Orquidófilos de Portugal
Estufa Fria de Lisboa - Parque Eduardo VII  

10.00 – 14.00
Fotografias de Jardins e Jardineiros, Fabiana Übida—MOBA
Tv. da Boa Hora · Bairro Alto
Mostra de Livros Infantis, Planeta Tangerina—MOBA
Tv. da Boa Hora · Bairro Alto
Biblioteca Botânica & Herbário

R. Gen. Pimenta de Castro 20A

Festa de Encerramento

17.00 – 21.00
Jardim do Príncipe Real

Todas as atividades são gratuitas e sujeitas a diferentes lotações. Participação por ordem de chegada, sem inscrição prévia (à exceção das duas atividades devidamente assinaladas).




PARA SABER MAIS

Os Jardins


Jardim do Palácio de Belém

Onde outrora existiam várias quintas de recreio da nobreza portuguesa, junto ao rio Tejo, encontramos um dos conjuntos arquitectónicos sobreviventes dessa época, o Palácio de Belém.
Com a inclusão de grande parte dos terrenos do horto régio suburbano, que se estendia para norte, na construção do Jardim Botânico Tropical, restaram os quatro espaços dos atuais jardins do Palácio: o jardim dos buxos, com os grandes pinheiros mansos, na sua varanda frente ao Tejo; o jardim das Tileiras, onde  as laranjeiras e árvores exóticas, como o braquiquito, misturam os ambientes dos jardins islâmicos com os jardins ingleses, fazendo a passagem do Pátio dos Bichos, para o jardim da Cascata; o jardim da Cascata, onde as buxos esculpidos partilham o espaço com robustas figueiras-asiáticas e, por fim, o jardim dos Teixos, o mais recente, dos arquitetos paisagistas João Gomes da Silva e Inês Norton, onde também encontra rosas, lavandulas e íris.
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Quinta de Conde dos Arcos
A Quinta Conde dos Arcos, nos Olivais, tem um total de 9 hectares. Nesta quinta histórica da cidade,  o Viveiro Municipal, a Escola de Jardinagem e a Escola de Calceteiros passarão a conviver com o novo parque hortícola, parque infantil e cafetaria. A requalificação dos espaços ajardinados, caminhos, e mobiliário urbano, juntamente com a abertura de três portões de acesso, permitirão a fruição deste novo espaço verde e proporcionarão momentos de lazer e descontração. 
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Estufa Fria de Lisboa
Em 1885, com a abertura da Avenida da Liberdade, tornou-se necessário arranjar um espaço onde aclimatar as árvores e espécies antes de as transplantar para a nova artéria da cidade. Aproveitando a antiga cicatriz de uma pedreira de basalto, cuja a abundância de linhas de água levaram ao seu encerramento, foi ali criado um pequeno viveiro. Com a entrada no novo século e a atenção na Primeira Grande Guerra, as plantas estabeleceram-se, dando forma a um novo espaço verde. Em 1926 o arquitecto e pintor Raul Carapinha idealiza-o sob uma grande estufa e, em 1933, é inaugurada a estrutura, revelando aos lisboetas uma autêntica selva tropical. Mais tarde, em 1978, são inauguradas as Estufas Quente e Doce, aumentando a maravilhosa coleção de plantas trazidas de vários locais do mundo.
Por entre os seus canteiros encontrará uma vasta coleção de fetos e begónias, bananeiras e estrelícias, cactos com quase mais de três metros de altura, ou paredes forradas de orquídeas. Um local único a visitar! 
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Parque Botânico do Monteiro-Mor
Atualmente anexo aos Museus do Traje e do Teatro e da Dança, foi durante a sua posse pelo Marquês de Angeja, no séc. XVIII, que foi projetado nestes terrenos o jardim botânico para complementar um museu de História Natural (que nunca viria a ser concretizado). É possível que, considerando a sua proximidade na corte, Domingos Vandelli, responsável pela fundação do Jardim Botânico da Ajuda, tenha ajudado o Marquês de Angeja na concepção deste espaço, no Lumiar. Mais tarde, no séc. XIX, a compra dos terrenos e a fusão de várias quintas pelo Duque de Palmela, veio aumentar este espaço. Eternizado na poesia de Almeida Garrett, as “belezas desse parque, entre essas flores” mantêm a estrutura de antiga quinta de recreio: jardim botânico, roseiral, pomar, prados, bosquetes e horta.
Nos belo passeio pelos seus cerca de 11 hectares, poderá encontrar belos plátanos, um dragoeiro, choupos, várias plantas ornamentais e, junto ao tanque do Leão, a gigantesca Araucária-de-norfolk (Araucaria heterophylla), a primeira desta espécie a ser  plantada em Portugal continental, em 1842. 
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Jardim Botânico da Universidade de Lisboa
O Jardim Botânico de Lisboa, classificado como monumento nacional desde 2010, tem a origem da sua história nos antigos terrenos cedidos para a construção do Noviciado da Cotovia da Companhia de Jesus, no séc. XVI. Após a expulsão dos Jesuítas dos territórios portugueses, em 1759, pelo Marquês de Pombal, o Noviciado e o seu horto foram convertidos no Real Colégio dos Nobres, local de ensino da jovem elite dessa época. Mais tarde, já no século XIX, com a extinção do Real Colégio, D. Maria II decretou ali a instalação da Escola Politécnica e, anexo a ela, a instalação de um Jardim Botânico.

Foi inaugurado em 1878 pelo Conde de Ficalho e Andrade Corvo e, do trabalho continuo dos jardineiros Edmund Goeze, Jules Daveau e Henri Cayeux, constituiu-se uma das mais belas coleções de plantas da capital portuguesa. Agora no Outono, terá à sua espera, em floração, as belas flores da Alpínia (Alpinia zerumbet), as fragrantes flores da madressilva-chinesa (Combretum indicum) ou os estranhos frutos do Cornus capitata. 
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Pátio dos Caldeireiros
O Pátio dos Caldeireiros, também conhecido como Pátio dos Prazeres foi premiado em 1999 no concurso “Lisboa em Flor”, promovido pela Câmara Municipal de Lisboa, como a rua mais florida da capital.
Este é o pátio onde o Sr. António Silva cultiva várias árvores de fruto em antigos tanques de lavar a roupa, e as vizinhas acompanham pontuando-o com vasos repletos de flores. 
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Pátio do João e da Teresa / Pátio Gini
Os Pátios Alfacinhas são tesouros na cidade, lugares de troca de conhecimento e plantas.
O João e a Teresa cuidam de todos os vasos que povoam este pátio alfacinha na Praça das Flores. Escondida, uma horta cuidada com muito carinho. É um patio alfacinha com certeza. 
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MOBA - Mercado de Ofícios do Bairro Alto
O MOBA foi inaugurado em Maio de 2018 e surge numa parceria entre a Junta de Freguesia da Misericórdia, a Câmara Municipal de Lisboa, a Fundação Ricardo Espírito Santo Silva e a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa com o objectivo de dinamizar o renovado Mercado de Ofícios do Bairro Alto e de preservar o saber-fazer tradicional de origem secular, considerando o perigo de extinção deste valioso e insubstituível património imaterial.
Com o intuito de embelezar e proteger a parede exterior do edifício, esta foi intervencionada no contexto do projeto Bairro Verde, da Junta de Freguesia da Misericórdia com apoio do Turismo de Portugal. Em março de 2019, no dia em que começou a primavera, plantaram-se Bougainvilleas que hoje cobrem quase toda a extensão da parede. 
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Cemitério Britânico
Frente ao Jardim da Estrela, escondido por detrás de um despercebido portão, esconde-se o jardim do Cemitério Britânico. Desde o séc. XVIII que foi este o espaço cedido para a morada final dos ingleses e holandeses protestantes, residentes em Lisboa. Após as guerras napoleónicas, foi construída uma igreja dedicada a São Jorge, onde hoje se reúne a comunidade anglicana da nossa capital.A entrada neste espaço é como a entrada num mundo paralelo: por entre as sombras dos ciprestes, dos lódãos e de dragoeiros, cruzam-se os caminhos com as campas góticas e as cruzes célticas. Não há a brancura do mármore: há o verde do musgo sobre a lápides das pedra, do buxo plantado nas campas, e da abóbada das folhas das árvores. Um imperdível jardim-cemitério como lugar de celebração da vida e da tranquilidade da morte. 
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Jardim das Ondas / Jardins da Água
Com uma área de 0,8 hectares, localizada entre o Oceanário de Lisboa e o rio Tejo situa-se este espaço verde, emblemático do Parque das Nações. O terreno, modelado em rigorosas curvas de nível, simula o ritmo do oceano e o fazer e o desfazer das ondas. Para conceber esta obra, a autora Fernanda Fragateiro, inspirou-se no movimento das águas.
O Jardim das Ondas é um dos espaços de lazer mais procurados pelos visitantes jovens do Parque das Nações.
Estes jardins têm uma identidade comum proveniente do seu traçado conjunto e das obras da artista plástica Fernanda Fragateiro e ilustram a multiplicidade de actividades ligadas à água. Desde a antiguidade até aos nossos dias o homem criou, desenvolveu e aperfeiçoou um pouco por todo o Mundo os sistemas hidráulicos para a gestão e retenção da água.
Acompanhe ao vivo um curso de água, da nascente ao estuário - percorrendo os meandros de uma bacia hidrográfica que inclui um lago artificial e conheça de perto as mais diversas actividades, desportos, máquinas e engenhos relevantes no meio aquático.
Os Jardins da Água são um trabalho de equipa entre o arquiteto paisagista João Gomes da Silva e a artista plástica Fernanda Fragateiro, que enriquece o desenho do espaço com um conjunto de peças escultóricas e de azulejaria.
As obras de arte são essenciais para a narrativa do espaço público.
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Jardim do Centro Ismaili de Lisboa
Contando com já 20 anos de história, o Centro Ismaili de Lisboa é o ponto principal de reunião da comunidade muçulmana Ismaili.
O jardim assume-se uma extensão do espaço edificado, repartindo-se em diferentes espaços de fruição exteriores, incluindo dois pátios interiores, o chaar-bagh e o pátio primavera, onde se combinam representações dos elementos arquitetónicos mais emblemáticos da arte islâmica e as espécies tradicionais da paisagem mediterrânica islâmica. Todas as espécies deste belo jardim foram escolhidas ao detalhe na criação de beleza e harmonia entre aromas, texturas, formas e cores. O jardim quadrilátero baseado nos quatros jardins do Paraiso, a água e as plantas odoríferas. 
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Telhado Verde da Fábrica de Água de Alcântara
O telhado verde da Fábrica de Água de Alcântara tem cerca de dois hectares, permitindo esta solução diminuir o impacto paisagístico da existência de uma ETAR de grandes dimensões no meio da cidade. Junto ao Parque Natural de Monsanto, beneficia de um bom isolamento térmico e acústico e da diminuição da área impermeável às águas pluviais, contribuindo desta forma para uma atenuação das cheias. Este telhado diminui ainda o aquecimento global, pela absorção de raios solares, onde ao mesmo tempo as plantas sintetizam o CO2 do ar, convertendo-o em oxigénio através da fotossíntese. 
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Jardim do Palácio FronteiraO palácio Fronteira foi construído entre 1671 e 1672 como pavilhão de caça de D. João Mascarenhas, 1.º Marquês de Fronteira. Situado na encosta Nordeste da Serra de Monsanto, os seus grandiosos jardins totalizam cerca de 5,5 hectares. Destaque para o Jardim de Vénus, Grande Tanque e o Jardim Formal, conjuntos únicos pela audácia artística do barroco e a riqueza dos motivos clássicos. Neste Jardim dividido em vários núcleos, é evidente a explosão de cor e brilho, combinandoazuis, vermelhos, ocres, verdes, numa experiência sinestética difícil de igualar. Desde 1982 classificado Monumento Nacional, o Palácio Fronteira e os seus Jardins são um dos lugares históricos mais emblemáticos de Lisboa e um exemplo na preservação delicada de património e da cultura, gerido pela Fundação das Casas de Fronteira e Alorna. 
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Jardim do Último Andar Quando a ideia dos “Rooftops” era desconhecida e temida entre os habitantes de Lisboa, este jardim surge a inovar e renovar a utilidade de uma cobertura árida de um edifício dehabitação, ao ajardinar-se todo o espaço disponível. A consciência ambiental adquirida com os movimentos das grandes cidades europeias, levou o proprietário de uma das fracções a propor a sua acção para uma Lisboa mais verde e mais amiga do ambiente. As escolhas das plantas são, na sua maioria, xerófitas ou com grande adaptação à privação de água. O seu estilo Bric-à-Brac surge entre a aparente desordem da natureza, reproduzindo um jardim campestre espontâneo e selvagem. Os exemplares germinados de sementes transportadas por meios estritamente naturais foram especialmente protegidas e destacados neste jardim. 
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Jardim de Exóticas Tropicais O mais variado e pequeno Jardim Tropical de Lisboa, cabe em menos de 100m2.
Este jardim que se adiantou no calendário dos trabalhos de reconstrução de uma ruína começou a ser plantado em 2016.
Guarda em si, uma colecção ímpar de exemplares regularmente cultivados em espaço interior por toda a Europa e exibe espécies raras que, simultaneamente, surpreendem pela escolha do seu proprietário-jardineiro.
Uma aula de aclimatação de espécies num jardim debruçado sobre a cidade. 
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Florestas Submersas – Oceanário de Lisboa
Foi no Oceanário de Lisboa que o fotógrafo, designer e aquariofilista Takashi Amano construiu a sua última grande obra. Num aquário com 40 metros de comprimento e 160 toneladas de água, o artista japonês compôs os mais belos jardins aquáticos, replicando as paisagens submersas das florestas tropicais. Nesse relicário de vidro, coabitam cerca de 46 espécies de plantas por entre as quais nadam cardumes de delicados peixes. Um local para sentar, meditar e deixar-se levar por um mundo diferente do nosso.
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Biblioteca Botânica & Herbário 
A Biblioteca Botânica é um lugar de cultivo literário onde os assuntos do universo das plantas estão dispostos em obras sobre os temas das ciências botânicas, quer no âmbito social, histórico e humano, como no mais sentido prático, pedagógico e lúdico.
O acervo assenta, sobretudo, em obras especializadas no elenco e temática de plantas tropicais e subtropicais.
O intuito desta Biblioteca Botânica privada é reunir obras publicadas, em geral, a partir dos anos 60 do século passado, e fomentar o estudo de espécies tropicais cultiváveis em Portugal.
O jardim da Biblioteca Botânica, é um exercício prático de investigação sobre espécies tropicais e a sua aclimatação a Lisboa. Descomprometido e aleatório, surge como um exemplo vivo e imediato que ensina e instigua o leitor interessado, sobre possibilidades no cultivo de exóticas num clima distinto das regiões de origem. 
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Jardim da Casa da Nossa Senhora da Vitória
Sentada sob um pomar de citrinos a antiga casa de Agapito Serra Fernandes, proprietário do Bairro Estrela D ́Ouro na Graça, é hoje uma IPSS onde moram mais de 70 senhoras. É o Jardim da Avó que mistura flores do campo com rosas e com símbolos da maçonaria. Exemplar da citricultura doméstica em lisboa, um Jardim misterioso com uma das mais belas vistas da cidade. 
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Jardim do Tribunal Constitucional
O jardim está integrado no Palácio Ratton, sede do Tribunal Constitucional de Portugal. Jácome Ratton, influente comerciante e industrial luso-francês do final do século XVIII, cruzou a sua história com Lisboa e Portugal. Sobrevivente do grande terramoto, foi Jácome Ratton que ofereceu os vários freixos para serem plantados no primeiro jardim público de Portugal, o Passeio Público (parte da atual Avenida da Liberdade), em 1764. Responsável por uma série de indústrias em Portugal, Jácome comprou, em 1785, a antiga fábrica de chapéus finos de Gabriel Milliet, na Rua Formosa (atual Rua do Século). Para estar mais próximo da fábrica, muda-se para um dos palácios devolutos e pertencentes à família do Marquês de Pombal. Durante esse período, privou com Domingos Vandelli (fundador do Jardim Botânico da Ajuda) na “Real Junta do Comércio, Agricultura, Fábricas e Navegação destes Reinos e seus Domínios”, onde foram ambos deputados. Com as invasões francesas, sob suspeita de traição, em 1810, é preso e deportado para a ilha Terceira. Nunca regressou a Lisboa, tendo sido com o seu filho, Diogo Ratton, que o palácio ganhou o nome. Aqui, para além dos dois magníficos metrosideros que guardam a dupla escadaria que liga o palácio ao jardim, poderá ser brindado pelas cores outonais de algumas das suas espécies de folhas caducas: dos amarelos do jovem gingko, passando pelos laranjas e castanhos do plátano, até aos vermelhos dos áceres e do liquidambar. 
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Jardim do Beco do Monte
Esta antiga Quinta na colina do bairro da Graça esteve abandonada por mais de 20 anos.

Nos últimos 3 anos, em regime laboratorial, várias pessoas de diversas áreas têm colaborado, pensado e plantando um jardim que espelhe a Lisboa Romântica do antigamente. Entre o pomar e o jardim tropical foram aplicadas diferentes metodologias de jardinagem contemporânea, atenta aos ecossistemas e ás possibilidades criativas infinitas que a natureza oferece.
É o jardim privado do Beco do Monte, onde o cheiro a citrinos e vista sobre a cidade nos convida a pensar o património vegetal e a sua conservação. 
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Quinta dos Azulejos Mais conhecida como Quinta dos Azulejos, também tem o nome de Quinta dos Embrechados. O conjunto de azulejos marcam o seu estilo Barroco Rococó e ainda hoje são a grande riqueza do jardim desta Quinta de Recreio.
Os azulejos surgem nos muros, mas também nos espaldares dos bancos e canteiros, quase integralmente cobertos por azulejaria da Real Fábrica de Faianças do Rato (1745-1755) com temáticas de caçadas, de festas, do quotidiano, da mitologia clássica a azul e branco, de motivos religiosos figurativos. 
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Jardim do Grémio Literário Este Jardim de 1844 é único nesta zona histórica da cidade. A sua estrutura vegetal é casada com um edifício exemplar da Arquitetura Romântica de Lisboa, com varanda aberta sobre o rio Tejo e o Castelo de S. Jorge. Preservado ao longo dos tempos, a versão atual do Jardim é da autoria do Professor Arquiteto Gonçalo Ribeiro Telles. Situado ao nível da cave, este é o Jardim a que Eça de Queiroz chamava “a minha Quinta com porta para o Chiado”. 
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Quinta das Pintoras
A Quinta das Pintoras situa/se no Beato e é uma Quinta de Recreio privada composta por um palacete com três salões e um grande jardim com alamedas, lago com cisnes negros, recantos, corredores, topiária e uma estufa de avencas muito especial. O traçado do jardim tem influências do gosto tradicionalmente denominado Jardim Inglês  com uma malha orgânica que acompanha muito suavemente o desnível altimétrico entre a casa e a zona do Jardim do Buxo.
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Parque Hortícola do Vale de Chelas
O parque hortícola do Parque Urbano do Vale de Chelas, nas Freguesias de Marvila e Areeiro, nasceu da necessidade de requalificar e dotar esta área com condições para a prática da agricultura urbana, atividade há muito desenvolvida neste local, mas de forma precária e desorganizada. Vale a pena conhecer este parque, inserido na Estrutura Ecológica Municipal, que concilia a produção hortícola com atividades de recreio.

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