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Jardins



Jardim do Palácio Pancas Palha Entre o Convento dos Barbadinhos e a Rua de Santa Apolónia, encontramos o Palácio Pancas Palha, também conhecido por Palácio Van Zeller.A construção e o seu Jardim Romântico são testemunhos de diferentes momentos da história de uma quinta de recreio na Zona Oriental de Lisboa.O Palácio terá sido construído no século XVI e teve várias intervenções arquitetónicas e decorativas, datando a atual traça do século XVIII, manteve o corpo de edificado em gaveto que divide a cidade do seu Jardim.
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Quinta das Pintoras A Quinta das Pintoras situa-se no Beato e é uma Quinta de Recreio privada composta por um palacete com três salões e um grande jardim com alamedas, lago com cisnes negros, recantos, corredores, topiária e uma estufa de avencas muito especial. O traçado do jardim tem influências do gosto tradicionalmente denominado Jardim Inglês com uma malha orgânica que acompanha muito suavemente o desnível altimétrico entre a casa e a zona do Jardim do Buxo.
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Jardim do Palácio de Belém O Palácio localizado em Belém, outrora palácio de reis, é hoje monumento nacional e sede da Presidência da República Portuguesa.Trata-se de um conjunto arquitetónico e paisagístico onde avulta um edifício central de cinco corpos com frente para o rio Tejo. Para poente desenvolvem-se os conjuntos do Pátio dos Bichos, do Pavilhão da Arrábida e do Jardim da Cascata. Na direção sul estende-se o Jardim Grande, que termina num mirante sobre o rio Tejo.
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Jardim Botânico da Ajuda O primeiro Jardim Botânico português celebra mais de 250 anos de história. Fundado em 1768, foi concebido pelo botânico italiano Domingos Vandelli, vindo de Pádua chamado pelo rei D. José. A coleção botânica, restaurada nos anos 90, preserva plantas vindas de todos os cantos do mundo, relembrando a azáfama de Lisboa oitocentista, ponto de passagem das rotas comerciais atlânticas. Desde 1910, que o Instituto Superior de Agronomia mantem aqui a sua atividade científica e pedagógica, com uma equipa de jardineiros, arquitetos paisagistas e botânicos dedicados a manter uma das coleções botânicas mais importantes de Portugal. Situado a meio da encosta, tem uma das varandas mais bonitas da cidade. Do tabuleiro superior, onde navegamos pelos vários continentes, podemos avistar o charmoso Jardim de Recreio e ao fundo o rio Tejo. Mapa


Jardim do Palácio Valle-Flor (Pestana Palace) Construído nos finais do século XIX no Alto de Santo Amaro, o Palácio e o Jardim mostram o gosto eclético de José Luís Constantino Dias (1855-1932), Marquês de Valle Flor, um emigrante português nascido em Murça, que fez fortuna como fazendeiro em São Tomé e Príncipe. A família do Marquês de Valle Flor, título que recebeu pelo rei D. Carlos em 1907, vivia entre Paris e Lisboa. O restauro e adaptação para uma unidade hoteleira, promovido pelo Grupo Pestana depois de 1992, conservou o estilo romântico dos jardins com uma vegetação exuberante e tropical, que delicia os hóspedes e visitantes. Neste jardim podemos encontrar algumas espécies únicas graças ao clima ameno lisboeta, que dão um requinte especial a este palacete sumptuoso.
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Telhado Verde da Fábrica de Água de Alcântara O telhado verde da ETAR de Alcântara tem cerca de dois hectares, permitindo esta solução diminuir o impacto paisagístico da existência de uma ETAR de grandes dimensões no meio da cidade. Junto ao Parque Natural de Monsanto, beneficia de um bom isolamento térmico e acústico e da diminuição da área impermeável às águas pluviais, contribuindo desta forma para uma atenuação das cheias. Este telhado diminui ainda o aquecimento global, pela absorção de raios solares, onde ao mesmo tempo as plantas sintetizam o CO2 do ar, convertendo-o em oxigénio através da fotossíntese. Mapa
Jardim do Palácio Fronteira O palácio Fronteira foi construído entre 1671 e 1672 como pavilhão de caça de D. João Mascarenhas, 1º Marquês de Fronteira. Situado na encosta Nordeste do Parque Floresta de Monsanto, os seus grandiosos jardins totalizam cerca de 5,5 hectares. Destaque para o Jardim de Vénus, Grande Tanque e o Jardim Formal, conjuntos únicos pela audácia artística do barroco e a riqueza dos motivos clássicos. Neste Jardim dividido em vários núcleos, é evidente a explosão de cor e brilho, combinando azuis, vermelhos, ocres, verdes, numa experiência sinestética difícil de igualar. Desde 1982 classificado Monumento Nacional, o Palácio Fronteira e os seus Jardins são um dos lugares históricos mais emblemáticos de Lisboa e um exemplo na preservação delicada de património e da cultura, gerido pela Fundação das Casas de Fronteira e Alorna.
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Parque Botânico do Monteiro-Mor O Parque Botânico é uma área que integrou o antigo núcleo agrícola, tem atualmente cerca de 11 hectares murados e é atravessado por uma ribeira que, à entrada, corre a céu aberto e segue depois num troço encanado, datado do séc. XVIII. Diz a tradição que o Jardim Botânico terá sido iniciado por Domingos Vandelli, na segunda metade do séc. XVIII. Após a aquisição pelo Estado, em 1975, procedeu-se à recuperação e adaptação da propriedade a Parque Botânico, mantendo as suas áreas caraterísticas - jardim, roseiral, pomar, prados, pinhal e horta, e implementando o aumento da diversidade botânica. A flora do Parque Botânico do Monteiro-Mor possui uma variada coleção com mais de 250 espécies botânicas representadas, com especial destaque para as ornamentais e para as florestais, mas onde também se desenvolvem as hortícolas, as frutícolas, as aromáticas e medicinais. Aqui se encontra a primeira Araucaria heterophylla conhecida em Portugal continental. O acesso é feito através do Museu Nacional do Traje. Mapa



Quinta dos Azulejos
No pátio interior do Colégio Manuel Bernardes descobre-se a Quinta dos Azulejos. Nesta Quinta de Recreio surge um extraordinário conjunto azulejar estilo Barroco Rococó, de meados do século XVIII, da Real Fábrica de Faianças do Rato e um jardim de inspiração francesa. Os elementos arquitetónicos, colunas, muros, bancos, são integralmente revestidos a azulejo, fazendo estas linhas que nos levam ao barroco, através de um ondulado que conduz o olho criando dinâmicas de movimento. O azulejo cobre à exaustão todos os espaços. Um jardim onde as plantas cederam lugar aos azulejos. Mapa



Jardim do Centro Ismaili de Lisboa Contando com já 20 anos de história, o Centro Ismaili de Lisboa é o ponto principal de reunião da comunidade muçulmana Ismaili. O jardim assume-se uma extensão do espaço edificado, repartindo-se em diferentes espaços de fruição exteriores, incluindo dois pátios interiores, o chaar-bagh e o pátio primavera, onde se combinam representações dos elementos arquitetónicos mais emblemáticos da arte islâmica e as espécies tradicionais da paisagem mediterrânica islâmica. Todas as espécies deste belo jardim foram escolhidas ao detalhe na criação de beleza e harmonia entre aromas, texturas, formas e cores.
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Jardim & Biblioteca Botânica Privada A Biblioteca Botânica é um lugar de cultivo literário onde os assuntos do universo das plantas estão dispostos em obras sobre os temas das ciências botânicas, quer no âmbito social, histórico e humano, como no mais sentido prático, pedagógico e lúdico.   O acervo assenta, sobretudo, em obras especializadas no elenco e temática de plantas tropicais e subtropicais. O intuito desta Biblioteca Botânica privada é reunir obras publicadas, em geral, a partir dos anos 60 do século passado, e fomentar o estudo de espécies tropicais cultiváveis em Portugal. O jardim da Biblioteca Botânica, é um exercício prático de investigação sobre espécies tropicais e a sua aclimatação a Lisboa. Descomprometido e aleatório, surge como um exemplo vivo e imediato que ensina e instiga o leitor interessado, sobre possibilidades no cultivo de exóticas num clima distinto das regiões de origem. Mapa 
Cemitério Inglês - British Cemetery O cemitério Inglês guarda muitas histórias por revelar sobre a longa presença de ingleses e holandeses protestantes em Lisboa. Após as guerras napoleónicas, foi construída uma igreja dedicada a São Jorge, onde hoje se reúne a comunidade anglicana de Lisboa. Este espaço é marcado por campas góticas, cruzes célticas e por altos ciprestes. Graças à vegetação, que foi sendo plantada sobre as campas, o ambiente que envolve é de paz e tranquilidade, uma abordagem ao cemitério como lugar de celebração da vida e da natureza.
A avenida principal do cemitério está em obras, porém continua a ser possível a sua visita.

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Jardim da Residência do Embaixador dos EUA
O Jardim da Residência Oficial do Embaixador do Estados Unidos da América em Portugal e o Palacete Neoclássico onde se insere foi mandado construir, em 1878, pelo Conde dos Olivais e foi alugado ao Governos do E.U.A. em 1927. Como Jardim Residencial, conserva os vestígios da disposição de um Jardim Romântico em uso na época, com prado e rebordo de canteiros. Tem a particularidade de ter plantado um roseiral, por iniciativa da atual Embaixatriz Mary Glass e do seu marido Embaixador George Glass, invocativo da bandeira americana com as cores da mesma, com as rosas encarnadas da espécie baptizada “Firefighter´s Red” em homenagem aos bombeiros que deram a vida a salvar as vítimas no desastre das Torres Gémeas, em 11 de Setembro de 2001.
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Jardim e Museu Nacional de Arte Antiga O Jardim do Museu Nacional de Arte Antiga pertence ao Palácio mandado construir no século XVII pelo 1º Conde de Alvor, D. Francisco de Távora, após o seu regresso da Índia, onde foi vice-rei. O Jardim em “promontório”, exemplar raro na cidade de Lisboa, de dimensões consideráveis, suportado por altos muros, abre-se sobre o Tejo e paisagem envolvente. Foi objeto de intervenções sucessivas que contribuíram para a imagem entrópica do presente, marcada por desfasamentos entre a rigidez de percursos ensaibrados e a fluidez da estrutura arbórea. Através de uma observação atenta o visitante pode distinguir os testemunhos da estrutura axial barroca centrada num pequeno tanque circular de cantaria; a sobreposição das intervenções oitocentistas de feição romântica, as recentes alterações de caminhos, plantações, construções metálicas e a dispersão de cantarias e esculturas colocadas sobre plintos, nostalgicamente cobertas de hera.Mapa


Pátio dos Prazeres Quem anda pela rua dificilmente imagina que, ao passar pelo número 49, ali habitam muitas famílias. O Pátio dos Prazeres foi premiado em 1999 no concurso “Lisboa em Flor”, promovido pela Câmara Municipal de Lisboa, como a rua mais florida da capital. Este é o pátio onde o Sr. António Silva cultiva várias árvores de fruto em antigos tanques de lavar a roupa, e as vizinhas acompanham pontuando-o com vasos repletos de flores.
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Pátio do João e da Teresa O João e a Teresa cuidam de todos os vasos que povoam este pátio próximo à Praça das Flores. Escondida, uma horta cuidada com muito carinho. É um pátio alfacinha com certeza. Mapa


Jardim do Grémio Literário Este Jardim de 1844 é o único nesta zona histórica da cidade. A sua estrutura vegetal é casada com um edifício exemplar da Arquitetura Romântica de Lisboa, com varanda aberta sobre o rio Tejo e o Castelo de S. Jorge.Preservado ao longo dos tempos, a versão atual do Jardim é da autoria do Professor Arquiteto Gonçalo Ribeiro Telles.Situado ao nível da cave, este é o Jardim a que Eça de Queiroz chamava “a minha Quinta com porta para o Chiado”.
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Jardim do Último Andar - Coleção Privada Quando a ideia dos “Rooftops” era desconhecida e temida entre os habitantes de Lisboa, este jardim surge a inovar e renovar a utilidade de uma cobertura árida de um edifício de habitação, ao ajardinar-se todo o espaço disponível. A consciência ambiental adquirida com os movimentos das grandes cidades europeias, levou o proprietário de uma das fracções a propor a sua acção para uma Lisboa mais verde e mais amiga do ambiente. As escolhas das plantas são, na sua maioria, xerófitas ou com grande adaptação à privação de água. O seu estilo Bric-à-Brac surge entre a aparente desordem da natureza, reproduzindo um jardim campestre, espontâneo e selvagem.
Os exemplares germinados de sementes transportadas por meios estritamente naturais foram especialmente protegidas e destacados neste jardim. 
Trata-se de um jardim com acessos difíceis. Não recomendado a visitantes com mobilidade reduzida.

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Jardim do Beco do Monte Esta antiga Quinta na colina do bairro da Graça esteve abandonada por mais de 20 anos. Nos últimos 3 anos, em regime laboratorial, várias pessoas de diversas áreas têm colaborado, pensado e plantando um jardim que espelhe a Lisboa Romântica do antigamente. Entre o pomar e o jardim tropical foram aplicadas diferentes metodologias de jardinagem contemporânea, atenta aos ecossistemas e às possibilidades criativas infinitas que a natureza oferece. É o jardim privado do Beco do Monte, onde o cheiro a citrinos e a vista sobre a cidade nos convidam a pensar o património vegetal e a sua conservação. Trata-se de um jardim em construção com terreno acidentado, não recomendado a visitantes com mobilidade reduzida. Mapa



Jardim de Exóticas Tropicais - Coleção Privada O mais variado e pequeno Jardim Tropical de Lisboa, cabe em menos de 100m2. Este jardim que se adiantou no calendário dos trabalhos de reconstrução de uma ruína começou a ser plantado em 2016. Guarda em si uma coleção ímpar de exemplares regularmente cultivados em espaço interior por toda a Europa e exibe espécies raras que, simultaneamente, surpreendem pela escolha do seu proprietário-jardineiro. Uma aula de aclimatação de espécies num jardim debruçado sobre a cidade. Trata-se de um jardim em construção com terreno acidentado, não recomendado a visitantes com mobilidade reduzida.Localiza-se à esquerda da capela da Nossa Senhora do Monte.
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Jardim da Casa da Nossa Senhora da Vitória Sentada sob um pomar de citrinos a antiga casa de Agapito Serra Fernandes, proprietário do Bairro Estrela D ́Ouro na Graça, é hoje uma IPSS onde moram mais de 70 senhoras. É o Jardim da Avó que mistura flores do campo com rosas e com símbolos da maçonaria. Exemplar da citricultura doméstica em Lisboa, um Jardim misterioso com uma das mais belas vistas da cidade. Mapa


Estufa Fria de Lisboa Em 1912 foi inaugurada uma zona de abrigo para albergar espécies vegetais oriundas do mundo inteiro, que iriam servir no plano de arborização da Avenida da Liberdade. A 1.a Guerra Mundial atrasa este plano e as plantas vão criando raízes nesta antiga pedreira. Em 1926, o arquiteto e pintor Raul Carapinha idealiza um projeto para o transformar numa Estufa. A Estufa Fria de Lisboa é certamente um dos mais impressionantes jardins da cidade, uma floresta penteada no centro da cidade.
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Jardim do Goethe-Institut O Goethe-Garten é um dos mais sedutores jardins de Lisboa e não é só pelo seu Jazz. Este é um dos jardins com melhor vista da nossa programação, que na sua coleção botânica nos relembra a relação entre Lisboa e o Mundo. Aqui diferentes línguas e culturas abraçam-se num maravilhoso diálogo botânico.
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Jardim da Embaixada de Itália O jardim da Embaixada de Itália está inserido no conjunto arquitetónico do Palácio dos Condes de Pombeiro, adquirido em 1925 pelo Governo Italiano. O jardim, situado na retaguarda do edifício, estende-se por mais de meio hectare onde se destaca uma estrela da homenagem aos Mortos de todas as guerras. Este espaço é ponteado de palmeiras seculares, ciprestes, salgueiros-chorões e magnólias, enquanto diversas árvores de citrinos fazem recordar sabores e perfumes mediterrânicos. Junto aos imponentes conjuntos de buganvílias que adornam o perímetro do muro, fileiras de aloés, gigantescos jacarandás e hibiscos delimitam o prado de erva. Aos primeiros sinais da Primavera florescem em explosão as rosas, as clívias e as begónias, enquanto os numerosos ramos de jasmim impregnam o ar com o seu agradável aroma.
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